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<title>Visão 360</title>
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<description>Notícias que conectam você ao mundo</description>
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<title>Em 30 anos, obesidade triplica no país e atinge 1/4 da população</title>
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<description>Somando-se todos os casos de excesso de peso, que incluem sobrepeso e obesidade, a prevalência no país subiu de 40,3%, em 1990, para 66,8%, em 2023. Ou seja, dois em três brasileiros estavam acima do peso normal para a altura.</description>
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<media:description type="plain">© Fernando Frazão/Agência Brasil</media:description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo publicado neste mês no site da revista Lancet mostra que a prevalência de obesidade no país em adultos mais do que triplicou no período de 1990 a 2023. A pesquisa é parte da série de estudos Carga Global de Doenças (GBD, do inglês Global Burden Disease) e mostra que, entre os adultos com 25 anos ou mais de idade, a prevalência passou de 7,8% para 27,7% no período de três décadas.</p>

<p>O Brasil foi o país que apresentou maior crescimento entre os 17 países latino-americanos pesquisados.</p>

<p>Somando-se todos os casos de excesso de peso, que incluem sobrepeso e obesidade, a prevalência no país subiu de 40,3%, em 1990, para 66,8%, em 2023. Ou seja, dois em três brasileiros estavam acima do peso normal para a altura.</p>

<p>Junto com a Colômbia, o Brasil foi a nação com maior crescimento na parcela da população com excesso de peso (69%), na América Latina, região que teve um aumento médio de 47% no período.</p>

<p>O sobrepeso e a obesidade são calculados com base em um índice de massa corporal (IMC) que considera a relação entre peso e altura. O sobrepeso é o degrau logo acima do peso normal, ou seja, quando o IMC se situa entre 25,00 e 29,99. Já a obesidade é um degrau acima do sobrepeso, quando o IMC é de 30,00 ou mais.</p>

<h2>Mudança de hábitos</h2>

<p>Segundo a pesquisadora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Deborah Carvalho Malta, que participou da elaboração do estudo, esse aumento da prevalência de sobrepeso e obesidade é reflexo da mudança nos hábitos, como alimentação e a prática de exercícios físicos.</p>

<p>De acordo com ela, nas últimas décadas, o Brasil vem passando por uma transição nutricional, com dois resultados antagônicos, com redução dos níveis de desnutrição e piora na qualidade da alimentação. </p>


<p>“Houve melhoras das condições reais de vida, de acesso a alimentos, de melhora da merenda escolar, com muitas políticas importantes de proteção social, incluindo o Bolsa Família, com uma melhora real também do salário mínimo. Então, isso faz com que a desnutrição seja cada vez mais um problema residual”, afirma Deborah.</p>


<p>Por outro lado, houve também uma piora na qualidade dos alimentos consumidos pela população como um todo.</p>


<p>“A gente tem visto uma substituição dos alimentos saudáveis pelos alimentos não saudáveis, como os ultraprocessados. Porque são mais baratos, tem um marketing muito grande da indústria, são alimentos palatáveis, com altos teores de gordura, de açúcar e de sódio, mas com um sabor que as crianças e os adultos gostam. E são de fácil preparo, é só abrir a caixinha”, ressalta a pesquisadora.</p>


<p>Ela explica, por exemplo, que estudos têm mostrado a queda no consumo do feijão, leguminosa considerada uma importante fonte de proteínas, fibras, vitaminas e minerais, como ferro, cálcio, magnésio, potássio e fósforo.</p>

<p>De acordo com a pesquisadora, é preciso haver políticas de estímulo à alimentação saudável, como o aumento da taxação sobre produtos ultraprocessados (como refrigerantes) e a redução de impostos sobre alimentos saudáveis, como carnes, frutas, verduras, hortaliças, arroz e feijão. “Isso vai fazer muita diferença na mesa do brasileiro, especialmente o brasileiro de renda mais baixa”.</p>

<p>Segundo Deborah, é importante também estimular o aleitamento materno até os dois anos de idade e garantir a oferta de alimentos saudáveis na merenda escolar.</p>

<h2>Sedentarismo</h2>

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    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Sedentarismo cresceu entre a população adulta - José Cruz/Agência Brasil</div>
</div></div>

<p>Outro fenômeno apontado pela pesquisadora é o aumento do sedentarismo da população, que se exercita menos e está mais exposta a telas de celulares, computadores e televisão.</p>


<p>“Essa combinação, da dieta com a atividade física, ela é muito determinante do aumento do excesso de peso. E é uma combinação ocidental, onde você piora sua alimentação e se torna mais sedentário”.</p>


<p>Ela destaca que é importante reverter o excesso de peso, com a oferta de alimentação saudável e a prática de exercícios físicos, ainda na infância.</p>

<p>“É muito mais difícil você reverter uma obesidade adquirida na infância. Então, essa criança [obesa] tem também uma predisposição muito maior não só para ter obesidade na vida adulta, como também doenças crônicas não transmissíveis. Então, é muito importante a gente ter uma atenção especial para a obesidade na infância”, alerta Deborah.</p>

<p>A pesquisadora, que é médica pediatra e doutora em saúde coletiva, destaca que o excesso de peso está ligado ao desenvolvimento de diversas enfermidades crônicas, como doenças cardiovasculares, renais, osteomusculares e vários tipos de câncer. Além disso, há um efeito psicológico na autoestima da pessoa.</p>]]></content:encoded>
<category>Saúde</category>
<dc:creator>Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação  Visão 360</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 13:49:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Flagrante por drogas gera mais prisão preventiva do que outros crimes</title>
<link>https://www.portalv360.com.br/noticia/flagrante-por-drogas-gera-mais-prisao-preventiva-do-que-outros-crimes</link>
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<description>Seis em cada dez pessoas (60%) flagradas com entorpecentes tiveram a prisão preventiva decretada, resultado superior à média de 37,5% de flagrantes por outros crimes.</description>
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<media:description type="plain">© Paulo Pinto/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>As prisões em flagrante por crimes relacionados a drogas resultam em prisões provisórias mais frequentemente do que os flagrantes de outros delitos. É o que aponta uma pesquisa realizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). </p>

<p>Seis em cada dez pessoas (60%) flagradas com entorpecentes tiveram a prisão preventiva decretada após serem apresentadas pela autoridade policial ao juiz responsável pela audiência de custódia, segundo dados do boletim Audiências de Custódia de Crimes Relacionados a Drogas, ao qual a Agência Brasil teve acesso em primeira mão.</p>

<p>O resultado é bastante superior à média de 37,5% de prisões em flagrante por crimes não relacionados às drogas igualmente convertidas em prisão preventiva, no mesmo período (2024/2025).</p>

<p>Segundo os autores do boletim, os dados evidenciam o peso da política criminal de drogas no encarceramento provisório.</p>


<p>“Essa discrepância suscita reflexões sobre a própria efetividade da audiência de custódia como mecanismo de contenção do encarceramento provisório nos casos especificamente relacionados a drogas”, aponta o boletim.</p>


<p>Os autores também destacam que embora, em tese, “os crimes relacionados a drogas demandem investigações mais complexas”, 97% das audiências de custódia realizadas entre 2024 e 2025 por este tipo de ilícito foram motivadas por prisões em flagrante. Enquanto para todos os outros crimes, os flagras responderam por 74% das audiências de apresentação ao juiz.</p>

<p>“As prisões relacionadas a esses crimes ocorrem quase integralmente por flagrante”, acrescentam os autores do estudo. “São, portanto, predominantemente derivadas de abordagens ostensivas, concentradas no varejo e nos elos mais vulneráveis da cadeia do tráfico de drogas.”</p>

<h2>Liberdade provisória</h2>

<p>A decretação judicial de prisão preventiva supera a concessão de liberdade provisória e de relaxamento de prisão tanto nos casos de flagrantes envolvendo drogas, quanto nos de outros tipos de crimes. Nos casos envolvendo exclusivamente drogas, os dados indicam que essa diferença vem caindo - em 2019, era de 43 pontos percentuais, em 2025, 23 pontos percentuais.</p>

<p>“Prevalecem as prisões preventivas, embora se observe uma tendência consistente de crescimento das decisões por liberdade provisória”, apontam os autores do boletim, destacando que a redução da diferença pode estar relacionada tanto a mudanças institucionais e políticas voltadas à redução do encarceramento quanto a alterações no perfil dos registros produzidos a partir de 2024, quando o Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (Bnmp) substituiu o antigo Sistema de Informações de Audiências de Custódia (Sistac).</p>

<p>“São necessários aprofundamentos e estudos adicionais para compreender se essas mudanças decorrem de alterações no perfil das decisões dos juízes, possivelmente influenciadas por políticas públicas que visam a uma maior utilização de medidas diversas de prisão e à redução da superpopulação carcerária, ou se também há influência de outros fatores relacionados ao registro das informações”, ponderam os autores.</p>

<p>Outro fator que pode ter influenciado a redução da diferença entre as decisões de liberdade provisória e de prisão preventiva foi a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito do porte de maconha para uso pessoal. A decisão, proferida em junho de 2024, definiu que o porte de até 40 gramas de cannabis para consumo pessoal não configura crime, mas infração administrativa, desde que não existam outros indícios concretos de venda ou tráfico (como indícios de acondicionamento da droga para venda, presença de balança de precisão, anotações etc., bem como outros aspectos relativos ao contexto da apreensão).</p>

<h2>Raça e gênero</h2>

<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) implantou as audiências de custódia em 2015. Os principais objetivos da iniciativa eram garantir o efetivo cumprimento do processo legal e, ao mesmo tempo, reduzir o número de prisões provisórias em casos de prisões em flagrante.</p>

<p>A estratégia rapidamente se consolidou como uma política de alcance nacional, integrando-se aos esforços de transformação digital do Poder Judiciário. De janeiro de 2019, quando todas as unidades federativas passaram a registrar seus dados no sistema, a dezembro de 2025, foram realizadas cerca de 2,5 milhões de audiências de custódia.</p>

<p>Desse total, 609.477 foram motivadas por prisões em flagrantes relacionados às drogas – principalmente, ao tráfico (associação, colaboração e outros delitos ligados ao comércio) representam quase a totalidade desses casos, enquanto os registros de porte para uso pessoal permanecem residuais.</p>

<p>Desigualdades de gênero e de raça/cor também aparecem de forma marcante. A proporção de mulheres nas audiências de custódia relacionadas a drogas é substancialmente superior à presença feminina observada nas demais audiências. Já a análise racial evidencia um quadro persistente de sobrerrepresentação da população negra nas audiências relacionadas a drogas.</p>

<p>“Os dados indicam que a política criminal de drogas continua operando de maneira profundamente desigual do ponto de vista racial”, sustentam os autores do boletim, destacando que a grande quantidade de registros sem informação acerca da raça/cor dificulta o dimensionamento do problema.</p>

<h2>Abusos</h2>

<p>A modalidade de audiência influencia também os resultados judiciais. Tanto nas audiências de custódia em geral quanto nas relacionadas a drogas, as que ocorrem com a pessoa detida presente fisicamente apresentam maior proporção de decisões por liberdade provisória em comparação às audiências virtuais.</p>

<p>Nos casos relacionados a drogas, a diferença é ainda maior: 39% das audiências presenciais resultaram em liberdade provisória, contra 32% das audiências virtuais.</p>

<p>Outro aspecto que os autores do boletim destacam é a necessidade de futuros estudos que aprofundem a análise de denúncias sobre a ocorrência de tortura e maus-tratos em audiências de custódia relacionadas a prisões em flagrante envolvendo drogas.</p>

<p>“Considerando a recorrência de denúncias de violência policial nesse contexto, torna-se especialmente importante examinar, de forma mais detalhada, a relação entre alegações de violência no momento da prisão, os registros realizados durante as audiências e os desfechos processuais, em particular as decisões de relaxamento da prisão”, destaca o relatório da pesquisa.</p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Alex Rodrigues -  Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação  Visão 360</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 13:49:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Anac muda regras em caso de atrasos e cancelamentos de voos</title>
<link>https://www.portalv360.com.br/noticia/anac-muda-regras-em-caso-de-atrasos-e-cancelamentos-de-voos</link>
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<description>Companhias devem avisar passageiros por canais digitais após conhecimento do problema. Informações devem incluir previsão de partida do voo, opções de reacomodação.</description>
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<media:description type="plain">© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou mudanças nas regras do transporte aéreo de passageiros que ampliam as obrigações das companhias aéreas de informar clientes sobre atrasos, cancelamentos e interrupções de voos. As alterações entram em vigor 30 dias após a publicação da resolução no Diário Oficial da União.</p>

<p>Entre as principais novidades, as empresas deverão informar, no momento da compra da passagem, que a operação aérea pode sofrer mudanças por motivos como condições meteorológicas e exigências de segurança.</p>

<p>Em situações de atraso, cancelamento ou interrupção do serviço, as companhias terão de avisar os passageiros por canais digitais assim que tomarem conhecimento do problema. </p>

<p>As informações devem incluir a previsão de partida do voo, as opções de reacomodação e a forma de acesso à assistência material.</p>

<h2>Alimentação, hospedagem e transporte</h2>

<p>A assistência aos passageiros continua obrigatória. Após duas horas de espera, a empresa deverá oferecer alimentação. Em casos que exijam pernoite após quatro horas de atraso, a companhia terá de fornecer hospedagem e transporte de ida e volta ao local de acomodação.</p>

<p>A atualização também esclarece, na própria resolução, as regras sobre a responsabilidade das empresas aéreas por danos causados por atrasos, cancelamentos, interrupções do serviço ou preterição de embarque.</p>

<h2>Comprovantes e reembolso</h2>

<p>Outra mudança permite que, em situações excepcionais, como falta de infraestrutura aeroportuária ou indisponibilidade de fornecedores locais, a assistência material seja prestada por meio de reembolso. Nesse caso, o passageiro deverá guardar os comprovantes das despesas com alimentação, transporte e hospedagem, que deverão ser ressarcidas pela companhia em até sete dias.</p>

<p>A Anac também poderá definir, temporariamente, formas alternativas de cumprimento da assistência material em eventos que provoquem impactos generalizados na operação aérea, sem afastar a obrigação de atendimento aos passageiros.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação  Visão 360</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 11:49:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>TSE cria ferramenta de IA para acesso a informações sobre eleições</title>
<link>https://www.portalv360.com.br/noticia/tse-cria-ferramenta-de-ia-para-acesso-a-informacoes-sobre-eleicoes</link>
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<description>Assistente virtual reúne informações sobre serviços e temas de interesse do eleitor, como dia, horário e local de votação, entre outros.</description>
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<media:description type="plain">© Marcelo Camargo/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Um assistente virtual, criado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ajudará os eleitores brasileiros a acessarem informações e esclarecerem dúvidas sobre o pleito que elegerá, em 2026, presidente e governadores, além dos representantes da população nos legislativos federal, estadual e distrital. Tudo de forma rápida e com linguagem acessível.</p>

<p>Tendo como base a Inteligência Artificial (IA), o ChatVote pode ser acessado por meio de um ícone localizado no canto inferior direito do portal do TSE ou pelo aplicativo e-Título.</p>


<p>“O assistente reúne informações sobre serviços e temas de interesse do eleitor, como dia, horário e local de votação; justificativa de ausência às urnas; orientações para mesários; conteúdo das resoluções das eleições, entre outros”, informou o TSE.</p>


<p>O ChatVote esclarece também as principais dúvidas que costumam ser levadas à Justiça Eleitoral.</p>


<p>“Com a incorporação de IA, a interação deixa de ocorrer por meio de menus fechados e passa a ser feita em formato conversacional, permitindo que o eleitor formule perguntas de maneira mais livre e intuitiva”, detalhou o tribunal.</p>


<p>A fim de aperfeiçoar o funcionamento do ChatVote, que pode ser integrado ao WhatsApp, o TSE fará um acompanhamento contínuo tanto das informações solicitadas pelos eleitores quanto da qualidade das respostas geradas a partir do assistente.</p>

<p>Foi também implementado um sistema de avaliação das respostas pelos usuários.</p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação  Visão 360</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 11:49:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Programa de bolsas vai incentivar formação para a educação básica</title>
<link>https://www.portalv360.com.br/noticia/programa-de-bolsas-vai-incentivar-formacao-para-a-educacao-basica</link>
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<description>Lei prevê concessão de bolsas a estudantes de licenciatura e reforça parceria entre universidades e redes públicas de ensino.</description>
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<media:description type="plain">© Tomaz Silva/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid) passa a integrar, nesta quarta-Feira (23), as ações de incentivo à educação básica brasileira. O objetivo é fortalecer e valorizar a formação de professores para atuar na etapa inicial do ensino.</p>

<p>De acordo com a  Lei nº 15.518/2026, estudantes de cursos de licenciatura poderão receber bolsas de iniciação à docência para participar de atividades de formação em escolas públicas. </p>

<p>As ações serão desenvolvidas por instituições de ensino superior, em parceria com redes públicas de ensino dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.</p>

<p>Os projetos deverão ser apresentados pelas instituições de ensino superior e terão foco na formação prática dos futuros docentes. A legislação prevê convênios e acordos de cooperação para a execução das atividades.</p>

<p>Entre os objetivos do programa estão incentivar a formação de professores em nível superior para a educação básica, contribuir para a valorização do magistério e elevar a qualidade dos cursos de licenciatura. A proposta também busca aproximar a educação superior da realidade das escolas públicas.</p>

<p>A lei estabelece que poderão ser apoiadas ações voltadas às diferentes etapas e modalidades da educação básica, com destaque para educação do campo, indígena, quilombola, de jovens e adultos (EJA).</p>

<h2>Bolsas</h2>

<p>O número de bolsas ofertadas será definido de acordo com a disponibilidade orçamentária e regulamentação da Capes. O programa contará com cinco modalidades de bolsas:</p>


	<li>iniciação à docência - destinada a estudantes de licenciatura;</li>
	<li>supervisão - a professores da rede pública que acompanham os bolsistas nas escolas;</li>
	<li>coordenação de área - a docentes responsáveis pelos subprojetos;</li>
	<li>coordenação de área de gestão de processos educacionais -  ao apoio pedagógico e administrativo do programa nas instituições participantes;</li>
	<li>coordenação institucional - aos responsáveis pela coordenação geral dos projetos nas instituições de ensino superior.</li>


<p>Além das atividades voltadas à formação de professores, o programa também poderá apoiar projetos relacionados à gestão educacional e às diferentes etapas e modalidades da educação básica. </p>

<p>A expectativa do governo é que a iniciativa contribua para a melhoria da formação docente e para o fortalecimento da educação pública no país.</p>]]></content:encoded>
<category>Educação</category>
<dc:creator>Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação  Visão 360</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 11:49:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Expedição do SUS vai atender indígenas Yanomami em Roraima</title>
<link>https://www.portalv360.com.br/noticia/expedicao-do-sus-vai-atender-indigenas-yanomami-em-roraima</link>
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<description>Ministério da Saúde diz que previsão é realizar 750 procedimentos, incluindo consultas nas áreas de pediatria, clínica médica e saúde da mulher, além de exames laboratoriais e ultrassonografias.</description>
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<media:description type="plain">© Fernando Frazão/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde inicia nesta quarta-feira (23) nova expedição de atenção especializada à saúde indígena no território Yanomami, em Roraima. A ação segue até o próximo dia 30 e será concentrada no Polo Base Surucucu.</p>

<p>Em nota, a pasta informou que tem como previsão realizar 750 procedimentos, incluindo consultas nas áreas de pediatria, clínica médica e saúde da mulher, além de exames laboratoriais e ultrassonografias.</p>

<p>Os serviços serão ofertados no Centro de Referência em Saúde Indígena Xapori Yanomami e em comunidades da área de abrangência.</p>


<p>“Avaliações, diagnósticos e acompanhamento poderão ser realizados no próprio território. A estratégia também pretende reduzir remoções evitáveis e fortalecer a capacidade de resposta da rede de saúde indígena”, informou o ministério.</p>


<p>Entre os públicos prioritários estão crianças com histórico de doenças respiratórias, infecções recorrentes e desnutrição; gestantes e mulheres em idade reprodutiva; pessoas com doenças crônicas; pacientes com agravos respiratórios; e indígenas com malária, sobretudo casos de complicação, recorrência ou necessidade de avaliação complementar.</p>

<p>A expedição também vai atender pacientes que aguardam acompanhamento especializado, encaminhamento ou remoção.</p>


<p>“A proposta é dar maior resolutividade à assistência local e favorecer a continuidade do cuidado em articulação com as Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena”, destacou a pasta.</p>


<h2>Entenda</h2>

<p>Localizado no município de Alto Alegre (RR), o Polo Base Surucucu integra o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami e Ye’kwana e tem população de aproximadamente 2.544 indígenas, distribuídos em 33 comunidades, predominantemente do povo Yanomami.</p>


<p>“Áreas serranas, comunidades espalhadas pelo território e forte isolamento geográfico impõem desafios específicos à assistência de saúde na região. O deslocamento ocorre por via aérea, especialmente por helicóptero, condição que interfere na mobilidade das equipes, no transporte de insumos, nas remoções sanitárias e na continuidade da assistência”, detalhou o ministério.</p>


<p>Ainda de acordo com a pasta, a ação também busca apoiar a investigação de casos de maior complexidade, reduzir agravos decorrentes de diagnósticos tardios e melhorar a comunicação entre os diferentes níveis de atendimento, desde o encaminhamento de pacientes para serviços especializados até o retorno de informações às equipes locais, garantindo maior continuidade do cuidado.</p>]]></content:encoded>
<category>Saúde</category>
<dc:creator>Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação  Visão 360</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 10:49:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Zanin nega liminar para obrigar Senado a instalar CPI sobre Master</title>
<link>https://www.portalv360.com.br/noticia/zanin-nega-liminar-para-obrigar-senado-a-instalar-cpi-sobre-master</link>
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<description>Na decisão, ministro do STF entendeu não ter ficado comprovada a omissão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ao não instalar a CPI.</description>
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<media:description type="plain">© Rosinei Coutinho/STF</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido de liminar (decisão provisória) para determinar a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o caso Master no Senado. </p>

<p>O pedido foi feito pelo senador Alessandro Viana (MDB-SE), em mandado de segurança. Na decisão assinada nessa terça-feira (22), Zanin entendeu não ter ficado comprovada a omissão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ao não instalar a CPI. </p>

<p>O requerimento de abertura da CPI, que foi protocolado em 9 de março, prevê que sejam investigadas as relações entre os ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do antigo Banco Master e investigado por corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras bilionárias.</p>

<p>Viana havia apontado que o requerimento preenche os requisitos necessários para a instalação da CPI, tendo 41 assinaturas, acima das 27 necessárias, por exemplo. Passados quase seis meses, contudo, o pedido não foi avaliado pela presidência do Senado. </p>

<p>Em sua decisão, Zanin destacou, porém, a existência de outros requerimentos ligados à mesma matéria, não sendo possível aferir, com as informações atuais, se o requerimento específico apontado por Viana é alvo de omissão. </p>

<p>Apesar de não reconhecer a omissão do presidente do Senado neste momento, Zanin ressalvou que a decisão poderá ser reavaliada após o envio de informações sobre o caso por Alcolumbre. O ministro destacou ser jurisprudência consolidada do STF o direito de as minorias parlamentares instalarem CPI. </p>

<p>Em nota, o senador Alessandro Vieira lamentou a decisão do ministro.</p>


<p>“A decisão do ministro Zanin é uma decepção, como aliás tem sido decepcionante a atuação do STF em geral. Sob ponto de vista formal, vamos juntar ainda mais informações e pedir que o ministro revise seu entendimento”, disse. </p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação  Visão 360</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 10:49:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Brasil chega ao recorde de 35% dos empreendedores com registro no CNPJ</title>
<link>https://www.portalv360.com.br/noticia/brasil-chega-ao-recorde-de-35-dos-empreendedores-com-registro-no-cnpj</link>
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<description>IBGE mostram que eram 10,7 milhões de trabalhadores nesta condição no país em 2025.</description>
<media:content url="https://www.portalv360.com.br/uploads/images/2026/09/brasil-chega-ao-recorde-de-35-dos-empreendedores-com-registro-no-cnpj1790171417.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>De cada 100 empreendedores no Brasil no ano passado, 35 tinham registro no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), o que equivale a 10,7 milhões de pessoas nessa condição. Essa é a maior proporção já registrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>

<p>Em 2025, o país tinha 103 milhões de pessoas ocupadas, sendo 30,6 milhões consideradas empreendedoras, o que inclui empregadores e trabalhadores por conta própria. Quase 20 milhões (65% deles) não tinham CNPJ.</p>

<p>Os dados fazem parte de uma edição especial da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quarta-feira (23).</p>

<p>O estudo é feito desde 2012, com exceção de 2020 e 2021, por causa da pandemia de covid-19, que inviabilizou a coleta de dados.</p>

<h2>Evolução histórica</h2>

<p>Em 2012, 24% dos empreendedores tinham CNPJ. No último ano antes da pandemia, a proporção chegou a 29,3%. Em 2024, eram 33,6%.O registro no CNPJ pode representar vantagens ao trabalhador, como emitir notas fiscais, acessar crédito e serviços bancários empresariais, contratar funcionários formais, além de benefícios previdenciários.</p>

<p>Essa modalidade de formalização também é positiv para a economia, uma vez que o trabalhador contribui com tributos.</p>

<p>Veja a evolução da proporção de empreendedores com CNPJ:</p>




	
		
			2012
			2013
			2014
			2015
			2016
			2017
			2018
			2019
			2022
			2023
			2024
			2025
		
		
			24%
			25,7%
			27%
			28,3%
			28,9%
			28,1%
			29%
			29,3%
			34,1%
			33%
			33,6%
			35%
		
	




<h2>Empregadores e conta própria</h2>

<p>O IBGE classifica os empreendedores como empregadores ou trabalhadores por conta própria. Para o instituto, conta própria é a pessoa que trabalha explorando o próprio empreendimento. Já o empregador é quem trabalha explorando o próprio empreendimento, com pelo menos um empregado.</p>

<p>Entre os empregadores, 81,1% têm CNPJ. Desde 2019, esse nível fica em pelo menos 80%, comportamento que o IBGE classifica como “estável em patamar elevado”.</p>

<p>No grupo dos trabalhadores por conta própria, são 27,1%, o maior de toda a série histórica. Em 2012, eram 15%.</p>

<p>Apesar de alcançar nível recorde em 2025, o analista da pesquisa, William Kratochwill, aponta que o patamar é considerado “baixo” e o associa ao nível de instrução do trabalhador.  </p>

<p>“O trabalho por conta própria, na grande parcela dele, é realizado por pessoas com um nível de instrução mais baixo”, diz.</p>


<p>“A taxa de registro está fortemente ligada ao nível de instrução. Quanto mais instrução a pessoa tem, mais preparada ela está para o mercado”, completa.</p>


<h2>Classificação por escolaridade</h2>

<p>Pela primeira vez na série histórica, mais da metade (50,8%) dos trabalhadores por conta própria com nível superior tinham registro formal.</p>

<p>Os com ensino médio completo e superior incompleto (29,7%) também estavam acima da média (27,1%).</p>

<p>Os conta própria com ensino fundamental completo e médio incompleto (18,6%) e os sem instrução e fundamental incompleto (11%) figuravam com os menores percentuais.</p>

<p>Para Kratochwill, o avanço do CNPJ entre os conta própria com maior instrução é impulsionado por programas governamentais de desburocratização e redução de custos, como o Microempreendedor Individual (MEI).</p>


<p>“É um programa que facilita o registro, facilita para a pessoa ter a sua empresa legalizada, registrada, que possa abrir uma conta no banco, realizar operações, receber formalmente via Pix ou boleto”, descreve.</p>


<h2>MEI</h2>

<p>Microempreendedor Individual é a forma pela qual o trabalhador pode se formalizar por conta própria, pagando imposto de forma simplificada e tendo acesso a direitos previdenciários, como aposentadoria por idade, por invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade e pensão por morte para a família.</p>

<p>Para ter acesso ao MEI, o trabalhador deve preencher uma série de requisitos, entre eles: exercer atividades que estejam na lista de ocupações permitidas; contratar, no máximo, um empregado que receba o piso da categoria ou um salário mínimo; não ser sócio de outra empresa; e ter faturamento anual de até R$ 81 mil (há exceções para o faturamento, a depender da atividade). </p>

<h2>Atividades</h2>

<p>Dos cinco agrupamentos de atividades pesquisados, dois apresentavam taxa de formalização por CNPJ acima da média da economia:</p>

<ul>
	<li>Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas: 36,7%</li>
	<li>Serviços: 33,5%</li>
	<li>Indústria geral: 22,8%</li>
	<li>Construção: 14,8%</li>
	<li>Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 6,5%</li>
	<li>Associação a cooperativas</li>
</ul>

<p>O levantamento do IBGE revela que de 2012 para 2025 há tendência de redução na proporção de trabalhadores por conta própria e empregadores associados a cooperativas. No início da série, eram 6,3% deles. Em 2025, o patamar era 4,7%.</p>

<h2>Sindicalização</h2>

<p>A pesquisa identificou estabilidade no patamar de trabalhadores sindicalizados no país, após tendência de queda que foi até 2023.</p>

<p>Em 2012, 16,1% dos ocupados tinham relação com sindicatos. Até 2023, a taxa recuou para 8,4%. Depois, subiu em 2024 (8,9%). Em 2025, ficou em 8,8%, variação dentro da estabilidade, segundo o IBGE. Eram 9,1 milhões de pessoas no ano passado.</p>

<p>Na trajetória de longo prazo, o ano de 2017 marca o início de um recuo mais acentuado na parcela de trabalhadores sindicalizados.</p>

<p>Um dos motivos, segundo o analista da pesquisa, é a reforma trabalhista aprovada naquele ano. Uma das mudanças foi o fim da contribuição sindical obrigatória.</p>

<p>O pesquisador acrescenta a hipótese de os trabalhadores não estarem satisfeitos com os serviços que os sindicatos oferecem.</p>


<p>“Quando um serviço não é adequado ao que a pessoa deseja, ela não vai mais se submeter, não vai querer mais aquele tipo de serviço, uma vez que não lhe atende”, diz.</p>


<p>De acordo com William Kratochwill, os dados mostram que há fraca adesão dos jovens à sindicalização, enquanto os trabalhadores mais velhos, a partir dos 40 anos, representam “verdadeiro êxodo”.</p>


<p>“O jovem não entra, e o mais velho está saindo”, resume.  </p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação  Visão 360</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 10:49:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>PF faz operação contra entrada ilegal de eletrônicos no país</title>
<link>https://www.portalv360.com.br/noticia/pf-faz-operacao-contra-entrada-ilegal-de-eletronicos-no-pais</link>
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<description>Investigações da PF, Receita e Correios constataram que declarações de importação informavam que remessa postal continha objetos de pequeno valor, o que não era verdade.</description>
<media:content url="https://www.portalv360.com.br/uploads/images/2026/09/pf-faz-operacao-contra-entrada-ilegal-de-eletronicos-no-pais1790164221.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">© Polícia Federal</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) faz operação, nesta quarta-feira (23), contra a entrada ilegal de produtos eletrônicos no país. De acordo com a PF, o esquema fazia declarações falsas de suas remessas postais à Receita Federal, com o objetivo de não pagar o valor devido de importação dos itens.</p>

<p>A operação Tegmen cumpre quatro mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e estabelecimentos comerciais nos bairros da Barra da Tijuca e do Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste do Rio de Janeiro.</p>

<p>As investigações, que contaram com o apoio da Receita Federal e dos Correios, constataram que as declarações de importação informavam que a remessa postal continha objetos de pequeno valor. No entanto, os bens transportados eram eletrônicos de valor significativamente superior ao informado.</p>

<p>A ação de hoje visa coletar provas relacionados à origem, aquisição, remessa, recebimento e comercialização das mercadorias. O material apreendido pode ajudar também a identificar outros possíveis envolvidos e a calcular os valores tributários que deixaram de ser pagos pelo esquema.</p>

<p>Os investigados poderão responder pelo crime de descaminho, que é a importação ou exportação de bens não declarados ou declarados de forma errada, para evitar o pagamento de tributos. A pena pode chegar a quatro anos de reclusão.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação  Visão 360</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 08:49:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Nova lei aumenta penas para furto e roubo de combustíveis</title>
<link>https://www.portalv360.com.br/noticia/nova-lei-aumenta-penas-para-furto-e-roubo-de-combustiveis</link>
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<description>Norma publicada nesta quarta-feira (23) determina que armazenar produtos, ciente da origem ilícita, passa a ser crime contra a ordem econômica.</description>
<media:content url="https://www.portalv360.com.br/uploads/images/2026/09/nova-lei-aumenta-penas-para-furto-e-roubo-de-combustiveis1790164217.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">© Marcelo Camargo/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Crimes de furto e roubo de combustíveis serão punidos com penas mais severas no país. A Lei nº 15.517/2026, publicada nesta quarta-feira (23), passa a considerar crimes vender e armazenar produtos de origem ilícita.</p>

<p>A norma altera o Código Penal e a Lei nº 8.176/1991 e passa a prever punições mais rigorosas para a subtração de petróleo e derivados, gás natural, etanol e outros combustíveis de refinarias, bases de armazenamento, dutos e meios de transporte.</p>

<p>Pela nova legislação, o furto desses produtos passa a ser punido com pena de quatro a dez anos de reclusão, além de multa. </p>

<p>A pena poderá ser aumentada em um terço quando houver destruição de obstáculos, participação de duas ou mais pessoas, abuso de confiança ou envolvimento de agente público.</p>

<p>O acréscimo será de dois terços, nos casos em que o crime provoque consequências como desabastecimento, incêndios, danos ambientais, lesões corporais graves ou morte.</p>

<p>A lei também qualificou o crime de roubo de combustíveis. Nesses casos, a pena poderá ser ampliada quando a ação resultar em prejuízos à operação das empresas, falta de abastecimento, incêndios ou danos ambientais.</p>

<h2>Novos crimes</h2>

<p>Além das mudanças no Código Penal, a legislação prevê novos crimes contra a ordem econômica relacionados à cadeia de combustíveis.</p>

<p>Passa a ser crime adquirir, transportar, armazenar, vender ou usar petróleo, gás natural, combustíveis e lubrificantes sabendo que os produtos têm origem criminosa. A pena prevista é de três a oito anos de reclusão e multa.</p>

<p>A norma prevê ainda punição para quem adquirir ou manter esses produtos em situações que indiquem origem ilícita, como nos casos de preços incompatíveis com o mercado ou oferta em condições suspeitas. Nessa hipótese, a pena varia de um a quatro anos de prisão, além de multa.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação  Visão 360</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 08:49:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Eleições 2026: confira 6 dicas para ajudar a escolher seus candidatos</title>
<link>https://www.portalv360.com.br/noticia/eleicoes-2026-confira-6-dicas-para-ajudar-a-escolher-seus-candidatos</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.portalv360.com.br/noticia/eleicoes-2026-confira-6-dicas-para-ajudar-a-escolher-seus-candidatos</guid>
<description>A Agência Brasil ouviu especialistas que indicaram caminhos que podem ajudar eleitores a escolherem seus candidatos com mais critérios. Saber quem financia as campanhas, quais são as propostas de cada candidato e de que forma elas vão impactar a realidade prática de cada eleitor são estratégias para um voto responsável.</description>
<media:content url="https://www.portalv360.com.br/uploads/images/2026/09/eleicoes-2026-confira-6-dicas-para-ajudar-a-escolher-seus-candidatos1790164219.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">© Marcelo Camargo/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A menos de duas semanas do primeiro turno das Eleições de 2026, muitos eleitores ainda não definiram em quem vão votar. Neste ano, a tarefa de escolher, entre tantos candidatos, aqueles mais aptos a representar os interesses da população, contou com mais um complicador: as notícias relacionadas ao caso Master e à crise do Supremo Tribunal Federal (STF) reduziram o debate das propostas. </p>

<p>A Agência Brasil ouviu especialistas que indicaram caminhos que podem ajudar eleitores a escolherem seus candidatos com mais critérios, buscando aqueles mais alinhados a seus interesses e visões de mundo, além de evitar armadilhas como os “puxadores de voto” e propostas genéricas.</p>

<p>Saber quem financia as campanhas, quais são as propostas de cada candidato e de que forma elas vão impactar a realidade prática de cada eleitor são estratégias para um voto responsável. </p>

<h2>1) Eu, o eleitor </h2>

<p>Antes de avaliar as propostas ou o currículo dos candidatos é importante olhar para si mesmo e para sua coletividade. Alguns questionamentos podem guiar essa reflexão:</p>

<ul>
	<li>A qual grupo social e econômico eu pertenço?</li>
	<li>Com quais ideologias e visões de mundo eu me identifico?</li>
	<li>Quais problemas eu espero que o Poder Público priorize? </li>
</ul>

<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta"> João Feres Júnior Doutor em Ciência Política da IESP UERJ. Foto: João Feres Júnior/Arquivo Pessoal - João Feres Júnior/Arquivo Pessoal</div>
</div></div>

<p>Em política, nem sempre os interesses convergem. Um empresário, um trabalhador assalariado e um profissional autônomo não necessariamente avaliam do mesmo jeito uma proposta como, por exemplo, o fim da escala 6x1. </p>

<p>Homens e mulheres podem ter urgências distintas. Elas, inclusive, são mais da metade (53%) do eleitorado. Ainda assim, na atual legislatura, ocuparam apenas 15 das 81 cadeiras do Senado e 91 dos 513 assentos da Câmara dos Deputados. </p>

<p>Não existe governo que agrade a todos o tempo todo. Toda decisão política implica escolhas distributivas. Quem governa pensando no bem comum tem que necessariamente administrar conflitos decorrentes de interesses divergentes, avaliando os impactos de suas ações. </p>

<p>“Por isso é fundamental o eleitor saber quais são seus interesses políticos e econômicos”, diz o professor de Ciência Política da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, João Feres Júnior. </p>

<p>Ele destaca que muitos eleitores não têm clareza quanto aos seus próprios interesses – nem certeza de que, uma vez eleitos, os candidatos os representarão de fato. </p>

<p>“Claro que há prioridades em relação às representações. Há partidos e candidatos que optam por atender prioritariamente aos mais pobres. Outros fazem políticas que beneficiam principalmente os mais ricos. E muitos eleitores não sabem, de fato, quais são suas prioridades. Principalmente porque, idealmente, o eleitor deve procurar se informar da melhor forma possível, mas, na prática, ele nem sempre tem acesso a informações de qualidade – principalmente quanto às boas práticas políticas, já que a imprensa está mais interessada em cobrir os escândalos”, pondera.  </p>

<h2>2) O que faz um político? </h2>

<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div></div>

<p>Compreenda as atribuições de cada cargo; o que cada candidato, se eleito, poderá ou não fazer, de acordo com a lei. Passo básico, mas essencial para evitar frustrações e reduzir as chances de cair em falsas promessas — como um candidato a deputado prometendo construir um hospital ou pavimentar ruas, algo que cabe ao Poder Executivo decidir e executar – ou seja, presidente, governadores e prefeitos.  </p>

<p>“Parte das pessoas tem pouca informação sobre as competências dos legisladores”, diz a socióloga Débora Messemberg, professora da Universidade de Brasília (UnB). </p>

<p>“Um senador ou um deputado federal têm muito poder para indicar a destinação das verbas públicas, seja porque aprova o Orçamento [da União], seja por meio de emendas [parlamentares]. Só que eles não executam [as políticas públicas]. Saber isso importa. Até porque, os candidatos [ao Poder Legislativo] que prometem fazer obras, construir não sei o que lá, estão dando uma clara demonstração negativa”, pondera Débora. </p>

<p>A saber, compete: </p>

<p>Ao Presidente da República: Exercer o Poder Executivo e a direção da administração federal; nomear e exonerar ministros de Estado e ocupantes de outros cargos da administração federal; comandar as Forças Armadas; enviar ao Congresso Nacional, anualmente, o projeto de lei de diretrizes orçamentárias e a proposta de orçamento; sancionar, promulgar ou vetar leis aprovadas pelo Congresso Nacional, bem como expedir decretos presidenciais que tratem da organização e funcionamento da administração federal; manter relações com Estados estrangeiros; celebrar tratados e convenções internacionais, entre outras coisas. </p>

<p>Aos Governadores: Nomear e exonerar secretários estaduais; sancionar, promulgar ou vetar leis aprovadas pela Assembleia Legislativa estadual; decretar e executar a intervenção nos municípios; administrar a segurança pública no estado, inclusive nomeando os dirigentes das polícias Militar e Civil, bem como a rede estadual de ensino; os hospitais regionais e a infraestrutura de rodovias estaduais entre outras atribuições. </p>

<p>Aos Deputados: O deputado federal atua no Congresso Nacional; o estadual, na Assembleia Legislativa do seu estado e os distritais, na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Cabe a eles, entre outras coisas, aprovar e modifica leis, fiscalizar o Poder Executivo (federal, estadual ou distrital, conforme o caso) e participar da elaboração do orçamento público (definindo para onde vão os recursos por meio de emendas e votações). </p>

<p>Aos Senadores: Representar, no Congresso Nacional, a unidade federativa pela qual foi eleito; discutir, votar e aprovar leis federais; sabatinar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), diretores de agências reguladoras e julgar autoridades etc </p>



<h2>3) Ações valem mais que palavras </h2>

<ul>
	<li>Avalie o currículo, o histórico e as propostas do candidato. </li>
	<li>Quem o financia ou o apoia? </li>
	<li>Quais partidos compõem sua coligação e de que setores vêm seus principais apoios (grandes corporações, instituições financeiras, sindicatos, movimentos sociais)? </li>
	<li>As propostas que ele apresenta atacam a raiz dos problemas ou não passam de discursos genéricos? </li>
</ul>

<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Brasília (DF), 22/09/2026 - Manual do eleitor, Francisco Uribam Xavier de Holanda, professor da Univ. Fed. do Ceará (UFC) Foto: Francisco Uribam/Arquivo pessoal - Francisco Uribam/Arquivo pessoal</div>
</div></div>

<p>Para o professor de Ciência Política da Universidade Federal do Ceará (UFC), Francisco Uribam Xavier de Holanda, analisar o conteúdo de campanha dos candidatos não é algo simples, pois exige um tempo de que a maioria dos eleitores não dispõem. Ainda assim, é algo da maior relevância. </p>

<p>“Para a maioria das pessoas, é difícil encontrar tempo para fazer isso. Além do mais, é muito complicado para o cidadão se inteirar de algo tão sofisticado quanto os processos de financiamento de campanha, o uso do fundo partidário e os financiamentos privados – que muitas vezes são camuflados”, alerta Uribam. </p>

<p>Ele também destaca que quase a totalidade dos candidatos elabora seus discursos e propostas com base em pesquisas eleitorais, raramente esclarecendo quais interesses e grupos realmente defendem. </p>

<p>Se o candidato já ocupa um cargo político, verificar seu histórico e como ele votou ou atuou em projetos relevantes pode ajudar o eleitor a identificar incoerências, discursos vazios ou falsas promessas. </p>

<p>“De certa forma, a campanha política é feita para manufaturar a vontade do eleitor, que tem que, a partir de sua condição de vida, pensar quem é que, quando chega ao poder, faz alguma coisa que ele percebe que lhe beneficia. Se eu tenho um filho pequeno e não tenho condições de pagar uma escola particular, quem são os políticos que não só incluem em seus programas a defesa das escolas públicas, mas que, se já tiveram oportunidade, fizeram com que estas chegassem ao meu bairro, à minha cidade?”, destaca Uribam. </p>

<p>As propostas de governo, bem como a declaração de bens e a prestação de contas, com a relação de todos os doadores de campanha, podem ser consultados no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). </p>

<h2>4) Alinhamento partidário </h2>

<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Naiara Sandi de Almeida Alcântara, professora da UFPA. Foto: Naiara Sandi/Arquivo pessoal</div>
</div></div>

<p>No sistema político brasileiro, ninguém atua de forma isolada. Mesmo que nem todos os partidos tenham uma linha ideológica clara, é de se esperar que seus filiados demonstrem um alinhamento mínimo, uma disciplina partidária. </p>

<p>“Cada partido tem seu programa, sua posição política e compõe uma bancada”, destaca a cientista política Naiara Sandi de Almeida Alcantara, professora da Universidade Federal do Pará (UFPA). </p>

<p>Para Naiara, isso fica mais perceptível no Poder Legislativo, já que, em muitas votações, vale a chamada orientação de bancada – recomendação dada pelo líder partidário aos parlamentares de seu partido ou bloco parlamentar para que se posicionem ou votem em determinado sentido. </p>

<p>Ou seja, um candidato pode se apresentar com um discurso e, quando eleito, se alinhar à diretriz partidária, mesmo que contrariamente aos interesses que prometeu defender. </p>


<p>“Daí a importância de o eleitor conhecer não só as propostas e as trajetórias individuais dos candidatos, mas também as posições que o partido ao qual o candidato é filiado costuma adotar; seu programa e a quais outros partidos ele está associado”, acrescentou a cientista política. </p>


<p>Para avaliar os partidos com rigor, o eleitor deve procurar observar: </p>

<ul>
	<li>Como a legenda tem votado; </li>
	<li>As pautas que o partido historicamente apoia; </li>
	<li>Sua consistência ideológica; </li>
	<li>Suas alianças com outros partidos nesta e em outras eleições. </li>
</ul>



<h2>5) Puxadores de voto </h2>

<p>Em 2010, Francisco Everaldo Oliveira Silva, o palhaço Tiririca, obteve mais de 1,35 milhão de votos, tornando-se o candidato a deputado federal mais votado do Brasil naquele ano. Em sua estreia na política, Tiririca ajudou a eleger outros três candidatos à Câmara dos Deputados, seus correligionários. </p>

<p>Embora não fosse uma novidade, o fenômeno passou a ser chamado de Efeito Tiririca. Isso é possível porque no chamado sistema proporcional (que, no Brasil, é usado na escolha de deputados federais, estaduais e distritais, além de vereadores, nas eleições municipais) os candidatos são eleitos conforme o chamado quociente eleitoral. O cálculo é ainda mais complicado que o nome. </p>

<p>Funciona assim: </p>

<p>O total de votos válidos registrado em seu estado ou no Distrito Federal é dividido pelo número de assentos a que a unidade federativa tem direito. (Exemplo: se houver, em um estado com direito a dez cadeiras na Câmara dos Deputados, um total de 2 milhões de votos válidos, o quociente eleitoral será de 200 mil votos). </p>

<p>Depois, os votos que todos os candidatos de um mesmo partido ou federação receberam são somados e divididos pelo quociente eleitoral. (Seguindo o exemplo, uma legenda ou federação cujos candidatos totalizarem 800 mil votos terá conquistado quatro assentos, ocupados por seus filiados mais votados e que tenham cumprido a cláusula de barreira individual — ao menos 10% do quociente eleitoral). </p>

<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Rodrigo Stumpf González, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) - Rodrigo Stumpf/Arquivo pessoal</div>
</div></div>

<p>Ou seja: os chamados “puxadores de voto” carregam consigo, de carona, outros candidatos. “Por isso, muitas vezes, os partidos buscam celebridades, artistas ou atletas de grande visibilidade, capazes de receber grande número de votos, para fortalecer a legenda e auxiliar na eleição de outros candidatos menos votados”, explica o cientista político Rodrigo Stumpf González, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). </p>

<p>Segundo ele, nos últimos anos, mudanças na legislação eleitoral impuseram algumas barreiras à eleição de candidatos pouco votados, como, por exemplo, a exigência de uma votação mínima. Mesmo assim, é preciso estar atento a fim de evitar arrependimentos futuros. </p>

<p>“É importante o eleitor saber qual a nominata [lista oficial] do partido. E, se for o caso, que não vote [em determinada legenda] motivado por uma única pessoa”, acrescenta González.</p>


<p>“Também é importante lembrar que o número [da candidatura] não identifica só o candidato, mas também seu partido. Com isso é possível saber quem são os demais candidatos deste partido e quem, potencialmente, pode vir a ser eleito com os votos dados a uma celebridade.” </p>


<h2>6 – No dia da votação </h2>

<p>O 1º turno das eleições deste ano acontecerá em 4 de outubro. Em todo o Brasil, cerca de 158,7 milhões de eleitores aptos a votar ajudarão a eleger os futuros deputados federais, estaduais ou distritais; senadores; governadores e o presidente da República. </p>

<p>No dia da votação, o eleitor pode levar consigo um papel com os nomes e os números dos candidatos ou candidatas de sua preferência e consultá-lo na cabine de votação para evitar esquecimentos. </p>

<p>Ao contrário da “colinha”, o celular tem que ficar de fora da cabine de votação. Também é proibido votar portando máquina fotográfica, filmadora ou qualquer equipamento que permita ao eleitor registrar seu voto. Se necessário, a pessoa deve deixar o aparelho com os mesários. Em vigor desde 2009, a proibição foi adotada para, segundo o TSE, proteger o sigilo e o livre exercício do direito ao voto.</p>


<p>"Admitir o registro visual do exercício do voto poderia expor parte dos eleitores ao aliciamento por candidatos que não respeitam as regras para as eleições. Esses candidatos estariam diante de uma forma para captação ilícita de votos e, consequentemente, para corrupção, ante a possibilidade de obterem comprovação, por meio de imagens e vídeos, de que determinado eleitor lhe atribuiu o voto", sustenta o tribunal. </p>


<p>Qualquer cidadão poderá usar broches, adesivos e camisetas, limitando-se a fazer manifestação de apoio individual e silenciosa, inclusive com bandeiras políticas. Já a manifestação coletiva ou ruidosa é proibida, bem como a abordagem, o aliciamento e qualquer método para tentar influenciar outros eleitores. </p>

<p>Cada pessoa tem o direito de se ausentar do serviço pelo tempo necessário para votar, sem prejuízo no salário. Pessoas com mais de 80 anos têm preferência sobre os demais eleitores, independentemente da ordem de chegada à seção eleitoral. Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida podem ser auxiliadas por alguém de sua escolha no momento de votar. </p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação  Visão 360</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 08:49:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Eleitores do RN já podem consultar locais de votação para as Eleições 2026</title>
<link>https://www.portalv360.com.br/noticia/eleitores-do-rn-ja-podem-consultar-locais-de-votacao-para-as-eleicoes-2026</link>
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<description>TRE-RN disponibilizou ferramenta para verificar possíveis mudanças de endereço das seções eleitorais; consulta também pode ser feita pelo e-Título</description>
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<media:description type="plain"></media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">Os eleitores do Rio Grande do Norte já podem consultar os locais de votação para as Eleições 2026. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) disponibilizou, em seu site, uma ferramenta que permite verificar se houve mudança no endereço da seção eleitoral.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A consulta pode ser realizada por município e informa quais locais tiveram seções eleitorais agregadas ou transferidas para outros endereços. A Justiça Eleitoral orienta que os eleitores façam a verificação com antecedência para evitar imprevistos no dia da votação.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Outra alternativa é utilizar o aplicativo e-Título. Após habilitar o aplicativo, o eleitor deve atualizar os dados cadastrais na tela inicial. Com isso, o sistema apresenta o endereço do local de votação e a respectiva zona eleitoral.</span></p>
<h2><span style="font-size: 14pt;">Como consultar pelo site do TRE-RN</span></h2>
<p><span style="font-size: 14pt;">Para verificar possíveis mudanças pelo site do TRE-RN, o eleitor deve acessar a área de “Serviços” e selecionar a opção “Alteração no local de votação”. Depois, é necessário informar o município e clicar em “Pesquisar”.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A ferramenta apresenta os locais que tiveram alterações em cada zona eleitoral, com os respectivos endereços e números das seções. O TRE-RN também mantém uma página específica com a relação das seções que mudaram de local para as Eleições 2026.</span></p>
<h2><span style="font-size: 14pt;">Mudanças podem ocorrer por diferentes motivos</span></h2>
<p><span style="font-size: 14pt;">Segundo a Justiça Eleitoral, a alteração do local de votação pode ocorrer por diferentes motivos, incluindo solicitações relacionadas à acessibilidade, voto em trânsito ou transferência temporária de seção.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A mudança também pode envolver servidores que estarão trabalhando no dia da eleição, como agentes de segurança pública, mesários, agentes penitenciários, juízes e promotores.</span></p>
<h2><span style="font-size: 14pt;">Consulta também pode ser feita pelo e-Título</span></h2>
<p><span style="font-size: 14pt;">Quem preferir utilizar o aplicativo e-Título precisa habilitá-lo antes de fazer a consulta. Em seguida, deve acessar a tela inicial e atualizar os dados cadastrais para que as informações sobre o local de votação sejam exibidas.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O TRE-RN orienta que o aplicativo seja mantido atualizado e reforça a importância de consultar antecipadamente o endereço da seção por meio da opção “Onde Votar”.</span></p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator></dc:creator>
<dc:publisher>Redação  Visão 360</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 08:15:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Potiguar Priscila é convocada para a Seleção Brasileira Feminina</title>
<link>https://www.portalv360.com.br/noticia/potiguar-priscila-e-convocada-para-a-selecao-brasileira-feminina</link>
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<description>Atacante do América do México está entre as convocadas para os jogos de outubro, que fazem parte da preparação para a Copa do Mundo no Brasil</description>
<media:content url="https://www.portalv360.com.br/uploads/images/2026/09/potiguar-priscila-e-convocada-para-a-selecao-brasileira-feminina.jpg" medium="image">
<media:description type="plain"></media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">A atacante potiguar Priscila está de volta à Seleção Brasileira Feminina. A jogadora, que atualmente defende o América do México, foi incluída pelo técnico Arthur Elias na lista de convocadas anunciada nesta terça-feira (22).</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A relação foi divulgada durante uma coletiva de imprensa no auditório da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), com transmissão ao vivo pela CBF TV. Priscila fará parte do grupo que enfrentará a Argentina em dois compromissos no mês de outubro.</span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Dois confrontos estão marcados para outubro</span></h3>
<p><span style="font-size: 14pt;">O primeiro encontro entre brasileiras e argentinas será realizado no dia 10 de outubro, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. A partida está marcada para as 16h30.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">O segundo amistoso acontecerá três dias depois, em 13 de outubro, na Arena de Pernambuco, às 20h30.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Os dois jogos estão inseridos no calendário de preparação da Seleção para a próxima Copa do Mundo Feminina, que terá o Brasil como país-sede entre 24 de junho e 25 de julho do próximo ano.</span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Brasil ainda terá jogos contra o Japão</span></h3>
<p><span style="font-size: 14pt;">Os compromissos diante da Argentina ocorrerão durante a penúltima Data FIFA de 2026, período destinado aos jogos entre seleções, entre os dias 5 e 13 de outubro.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A programação da equipe brasileira continuará em novembro. A Seleção viajará para o Japão, onde enfrentará a seleção japonesa em duas partidas, marcadas para 29 de novembro e 5 de dezembro.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A série de amistosos será utilizada pela comissão técnica para manter o elenco em atividade e seguir com os trabalhos de preparação para o Mundial.</span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Convocação coloca potiguar novamente em evidência</span></h3>
<p><span style="font-size: 14pt;">A chamada representa uma nova oportunidade para Priscila defender a camisa da Seleção Brasileira em um período importante antes da Copa do Mundo.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Atuando atualmente no futebol mexicano, a atacante passa a integrar novamente o grupo comandado por Arthur Elias e estará à disposição para os dois amistosos diante da Argentina.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A convocação também dá destaque ao futebol do Rio Grande do Norte, que volta a ter uma representante na Seleção Brasileira Feminina.</span></p>]]></content:encoded>
<category>Esportes</category>
<dc:creator></dc:creator>
<dc:publisher>Redação  Visão 360</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 08:05:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Dermatite atópica impacta pele, sono e autoestima: saiba como tratar</title>
<link>https://www.portalv360.com.br/noticia/dermatite-atopica-impacta-pele-sono-e-autoestima-saiba-como-tratar</link>
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<description> </description>
<media:content url="https://www.portalv360.com.br/uploads/images/2026/09/dermatite-atopica-impacta-pele-sono-e-autoestima-saiba-como-tratar1790160613.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Uma doença de pele que atinge não só a pele. Mas o sono, a saúde mental e até a autoestima dos pacientes. Em manifestações crônicas, a coceira gera feridas que deixam a pele sensível ao menor toque. De tecido a água, tudo dói.  Essa é a realidade de muitos pacientes que convivem com a dermatite atópica - uma doença inflamatória e crônica cujo principal sintoma é a coceira, muitas vezes, extrema.</p>

<p>A estudante de medicina Clara Emery, 23 anos, conta que já teve de tomar antibiótico para evitar que as feridas na pele - que ficava em carne viva - infeccionassem. Nas manifestações mais severas, as dores eram intensas. Deitar na cama, encostar no travesseiro e até tomar banho eram motivo de sofrimento. “Tive muitas crises de choro por não saber o que fazer”, conta a jovem que tem a doença desde pequena. </p>


<p>“Minha mãe fala que assim que eu saí da barriga, eu já tinha dermatite atópica. Eu me lembro vividamente da minha infância, a evolução da doença, os vários fatores que a desencadeavam. Foi muito angustiante conviver com essa doença”.</p>


<p>A dermatite atópica costuma atacar regiões de dobras, como atrás dos joelhos, nos cotovelos e no pescoço. Em Clara, a doença se manifesta também ao redor dos olhos, na face e em regiões onde há mais fricção, como nas mãos. Entre os gatilhos da doença, ela cita desde alimentos até fatores ambientais como sol, grama, suor, fungos e ácaros. </p>

<p>“Qualquer objeto de pelúcia, tapete, cachorro e gato. Eu sentia como se tivesse alergia ao mundo. Além disso, períodos de estresse na infância, na adolescência e no início da faculdade exacerbavam muito a alergia”, relata a estudante lembrando que passou por momentos de isolamento social, com medo de que as pessoas vissem as feridas. </p>


<p>“Na escola, eu tinha uns 10 anos, me perguntaram se eu tinha hanseníase, se tinha sífilis, se eu era HIV positivo. Havia muito preconceito”, lamenta a jovem que, atualmente, faz um tratamento imunobiológico que ajuda a conter as crises mais graves da doença.</p>


<p>A medicação atua no sistema imune para controlar as reações exacerbadas de quando o corpo entra em contato com um antígeno. O tratamento, entretanto, é caro. Apenas uma caixa do medicamento passa de R$ 10 mil, custo que, no caso de Clara, é coberto integralmente pelo plano de saúde. </p>

<p>“Já fiz tratamento com corticóides várias vezes, todo tipo de pomada e hidratante, tentei medidas homeopáticas mas o que funcionou mesmo foi o imunobiológico. Nunca tive tanta paz para conviver com essa doença porque era algo muito difícil”.</p>

<h2>Impacto na qualidade de vida </h2>

<p>A dermatologista Rosana Lazzarini confirma que o impacto da dermatite atópica na qualidade de vida é grande uma vez que a coceira intensa prejudica o sono, diminuindo o rendimento no trabalho e na escola. Segundo ela, 40% das crianças que apresentam dermatite terão de conviver com a doença durante a vida adulta. </p>

<p>A dermatite atópica carrega forte estigma social, apesar de não ser contagiosa. As marcas aparentes pelo corpo levam, muitas vezes, ao afastamento do convívio social e podem ser motivo de “bullying”.</p>


<p>“O impacto na vida da criança é grande. É uma doença crônica, há frequência de consultas, perda de aulas, afastamento social (deixa de brincar, de ir a festas) e internações que irão afetar o desenvolvimento psicossocial”, afirmou.</p>


<p>Para informar a população sobre a doença e combater o preconceito, o dia 23 de setembro é considerado o Dia Nacional de Conscientização da Dermatite Atópica, data oficializada no Brasil pela Lei 14.916/24.</p>


<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Médico dermatologista Roberto Takaoka é presidente da Associação de Apoio à Dermatite Atópica (AADA). Foto: Eduardo Ohara Jr/Divulgação</div>
</div></div>

<p>“Os pacientes costumam enfrentar problemas de preconceito e bullying por desconhecimento do público em geral, principalmente por acharem que se trata de uma doença contagiosa. Nesse contexto, campanhas de conscientização podem ajudar. Além disso, é comum a doença ser acompanhada por distúrbios do sono, depressão e isolamento social”, explica o presidente da Associação de Apoio à Dermatite Atópica (AADA), Roberto Takaoka.</p>


<p>Segundo ele, as principais demandas das famílias são por indicação de médicos e de tratamentos. </p>

<p>“As famílias chegam com demandas de tratamentos rápidos e milagrosos, sem entender que a dermatite atópica é uma doença crônica com períodos de melhora e piora, e que, na maioria dos casos, costuma melhorar com a idade. É muito importante salientar que a dermatite atópica é uma doença complexa e multifatorial. Além do aspecto físico, ela é influenciada por fatores emocionais e sociais”, disse o dermatologista.</p>

<p>A missão da AADA é promover a saúde do portador de dermatite atópica através da arte, da ciência e da educação. A associação também conta com grupos de apoio para pacientes e familiares. </p>

<p>A entidade fornece ainda materiais educativos e realiza campanhas de conscientização e podcasts explicativos. Existe um trabalho junto aos médicos e outros profissionais da área da saúde que também necessitam de informações e conhecimento. </p>

<h2>Crises constantes 
 </h2>

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    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">A jornalista Rayane Lopes, 34 anos, convive com a doença dermatite atópica desde os 18 anos. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</div>
</div></div>

<p>A jornalista Rayane Lopes, de 34 anos, moradora do Recanto das Emas, no Distrito Federal, conta que teve a primeira crise de dermatite atópica aos 18 anos. “Na primeira crise que foi bem forte, ela surgiu no corpo inteiro, até pegando a parte da virilha e da barriga. Hoje em dia, quando a doença se manifesta, surge mais na barriga e entre os dedos das mãos.”</p>

<p>Rayane destaca que as manchas e a coceira forte costumam aparecer em períodos de muito estresse. Ela relata que, após o enterro de uma pessoa próxima, o corpo inteiro se encheu de manchas avermelhadas e feridas. “Tenho várias manchas e cicatrizes pelo corpo. Quando está forte, tomo um corticóide que alivia”.</p>

<p>Para controlar a doença, ela diz que não utiliza bucha durante o banho e costuma hidratar a pele com frequência. “Coça muito, arde, dói, abre feridas. Além de tomar remédio, não tem muito o que fazer, é esperar passar”, explica a jornalista que já passou por situações constrangedoras, ao lado de pessoas que não conhecem a dermatite. </p>

<p>“As pessoas têm medo de pegar a doença. Evito usar roupa que deixe à mostra a mancha, evito tomar sol. A dermatite aparece em momentos de muito estresse, então o sofrimento psicológico já está ali”.</p>

<h2>Diagnóstico clínico</h2>

<p>Segundo a médica da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Rosana Lazzarini, não existe uma causa definida para a dermatite atópica, mas há fatores genéticos (os mesmos associados a asma e rinite), fatores ambientais e imunológicos que contribuem para a manifestação da doença. </p>

<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Integrante da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a médica Rosana Lazzarini explica que o diagnóstico da dermatite atópica é clínico. Foto: SBD/ Divulgação</div>
</div></div>

<p>O diagnóstico é clinico, isto é, não existem exames laboratoriais para diagnosticar a dermatite.</p>

<p>A avaliação médica leva em consideração a presença das lesões da pele, a cronicidade, os períodos com lesões intercalados por períodos com nenhuma ou poucas lesões. A presença da coceira de difícil controle também é um fator que auxilia no diagnóstico. O médico pode eventualmente solicitar alguns exames para complementar o diagnóstico ou para afastar outros.</p>

<p>De acordo com Rosana, o tratamento se baseia nos cuidados com a pele, através do uso de cremes e loções hidratantes para auxiliar na preservação da barreira cutânea. Também é necessário ter cuidado com o banho que deve ser rápido, não pode ser quente, com pouco ou nenhum sabonete.</p>

<p>“Alguns medicamentos podem auxiliar no controle da coceira, o uso de corticosteroides tópicos adequados a cada local da pele. Casos mais graves podem necessitar do uso de imunossupressores por via oral como metrotexato ou ciclosporina”, disse a dermatologista.</p>

<p>“A fototerapia com UVB de banda estreita tem indicação para controle da doença, com melhora principalmente da coceira”, acrescentou.</p>

<p>A médica destaca que casos mais graves podem necessitar de medicações específicas, que atuam em pontos do processo inflamatório, mas são de alto custo e têm indicação quando as outras tentativas falham.</p>

<p>A hidratação da pele é um dos pilares mais importantes do tratamento. A pele muito seca dos pacientes com dermatite atópica exige a aplicação de creme ou loções de 2 a 3 vezes ao dia, o que impacta no custo do tratamento para as famílias.</p>

<p>Medicamentos mais modernos, de alto custo, ainda não estão disponíveis no SUS, somente na rede privada de saúde.</p>]]></content:encoded>
<category>Saúde</category>
<dc:creator>Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação  Visão 360</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 07:49:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Parnamirim reúne Nilda, César Maia e nomes da política do RN em encontro eleitoral</title>
<link>https://www.portalv360.com.br/noticia/parnamirim-amplia-movimentacoes-politicas-com-encontro-entre-nilda-cesar-maia-e-candidatos-de-2026</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.portalv360.com.br/noticia/parnamirim-amplia-movimentacoes-politicas-com-encontro-entre-nilda-cesar-maia-e-candidatos-de-2026</guid>
<description>Reunião com Zenaide Maia, Robinson Faria e Júlio César ocorre na reta final das eleições de 2026 e movimenta lideranças políticas do município</description>
<media:content url="https://www.portalv360.com.br/uploads/images/2026/09/parnamirim-amplia-movimentacoes-politicas-com-encontro-entre-nilda-cesar-maia-e-candidatos-de-2026.png" medium="image">
<media:description type="plain">Reprodução </media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt;">A reta final das eleições de 2026 intensifica as movimentações políticas em Parnamirim. Em um encontro que reuniu representantes dos cenários municipal, estadual e federal, a prefeita Professora Nilda e o presidente da Câmara Municipal, Dr. César Maia (MDB), estiveram ao lado da senadora e candidata à reeleição Zenaide Maia (PSD), do deputado federal e candidato à reeleição Robinson Faria (PP) e do candidato a deputado estadual Júlio César (PP).</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Também participaram da reunião secretários municipais, lideranças políticas e representantes comunitários. O encontro ocorre em um momento de intensificação das agendas e da mobilização das bases para a votação marcada para 4 de outubro.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>Presenças ampliam dimensão política do encontro</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A participação de Robinson Faria, que já governou o Rio Grande do Norte e atualmente exerce mandato de deputado federal, levou ao encontro uma representação também ligada aos cenários estadual e federal. Zenaide Maia e Júlio César completaram a presença de candidatos que disputam vagas nas eleições deste ano.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Dr. César Maia exerce mandato de vereador e preside a Câmara Municipal de Parnamirim. Já Professora Nilda comanda a Prefeitura de Parnamirim. A presença dos dois representantes municipais ao lado de candidatos que disputam cargos no Senado, na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa colocou o município no centro das movimentações eleitorais.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Mais do que o registro do encontro, a reunião evidencia a aproximação entre lideranças municipais e nomes que disputam cargos nas esferas estadual e federal. Para Parnamirim, a expectativa colocada em debate envolve a possibilidade de futuras ações e investimentos por meio dessas relações políticas.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>Eleições de 2026</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Entre os nomes presentes na reunião e que disputam cargos nas eleições deste ano estão Zenaide Maia, candidata ao Senado pelo PSD, número 555; Robinson Faria, candidato a deputado federal pelo PP, número 1155; e Júlio César, candidato a deputado estadual pelo PP, número 11555.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Com a aproximação das urnas, temas como infraestrutura, mobilidade, saúde, segurança, geração de empregos e captação de recursos estaduais e federais permanecem entre as questões que poderão integrar o debate político sobre o futuro do município.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>Parnamirim nas movimentações eleitorais</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A reunião reuniu prefeita, presidente da Câmara, secretários municipais, lideranças políticas e comunitárias e candidatos aos principais cargos proporcionais e ao Senado. O movimento ocorre na reta final da campanha eleitoral de 2026 e coloca Parnamirim em evidência nas articulações políticas do período.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">A questão que permanece para a população é o que essas movimentações poderão representar concretamente para o município em termos de investimentos, recursos e projetos.</span></p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator></dc:creator>
<dc:publisher>Redação  Visão 360</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 07:12:00 -0300</pubDate>
</item>
</channel>
</rss>