A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 terminou com empate em 1 a 1 diante de Marrocos. O resultado manteve o Grupo B totalmente aberto e trouxe um novo desafio para o técnico Carlo Ancelotti: buscar a liderança da chave.

Com a vitória da Escócia por 1 a 0 sobre o Haiti, os escoceses assumiram a ponta do grupo com 3 pontos. Brasil e Marrocos aparecem logo atrás, com 1 ponto cada, enquanto o Haiti segue sem pontuar.

Objetivo é terminar em primeiro

Para evitar um confronto antecipado contra seleções favoritas já nas oitavas de final, a missão da Seleção Brasileira é encerrar a fase de grupos na liderança.

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O cenário ideal passa por vencer os dois próximos compromissos, contra Escócia e Haiti, além de acompanhar os resultados de Marrocos. Caso brasileiros e marroquinos vençam suas partidas restantes, ambos chegarão aos 7 pontos, e a definição da liderança dependerá dos critérios de desempate da Fifa.

Critérios de desempate

O primeiro critério é o saldo de gols. Por isso, o Brasil precisará buscar vitórias por placares mais amplos para construir vantagem sobre os concorrentes.

Se o saldo terminar igual, o desempate será feito pelo número de gols marcados. Persistindo a igualdade, entra em cena o critério de fair play, que leva em consideração os cartões recebidos pelas equipes durante a competição.

Em uma situação extrema, caso todos os critérios anteriores sejam iguais, a definição ocorrerá pelo ranking da Fifa. Atualmente, o Brasil ocupa a sexta posição mundial, uma colocação à frente de Marrocos, que aparece em sétimo.

Escócia vira adversário-chave

A Escócia se tornou a principal adversária do Brasil neste momento da competição. Por ser a única seleção do grupo com três pontos, o confronto direto ganhou status de decisão antecipada.

Uma vitória brasileira é considerada fundamental para anular a vantagem escocesa e recolocar a Seleção no controle do próprio destino na luta pela liderança do Grupo B.