Moradores da Praia de Pirangi do Norte, no litoral sul potiguar, relatam preocupação com a presença constante de cães de grande porte circulando livremente pelas ruas do bairro. Segundo os relatos, a situação tem causado insegurança, principalmente no final da tarde e no início da noite, quando há maior movimentação de pessoas em atividades de lazer e exercícios físicos.

risco à população e aos próprios animais

A principal preocupação dos moradores está relacionada ao risco de possíveis ataques, especialmente contra crianças, idosos e pessoas que caminham acompanhadas de outros animais. Embora nem todos os cães de grande porte apresentem comportamento agressivo, especialistas apontam que a falta de supervisão e contenção adequada pode representar perigo tanto para a população quanto para os próprios animais.

reclamações antigas e cobrança por fiscalização

Residentes afirmam que o problema não é recente e pedem maior atuação dos órgãos responsáveis pela fiscalização e proteção animal. A comunidade também cobra a identificação de tutores que permitem que seus animais circulem soltos em vias públicas.

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legislação prevê controle de animais em espaços públicos

A situação envolve ainda o cumprimento das normas vigentes. No Rio Grande do Norte, legislações estaduais e municipais determinam que cães considerados potencialmente perigosos devem ser conduzidos com coleiras, guias adequadas e, em alguns casos, uso de focinheira, especialmente em locais de circulação pública.

convivência segura e responsabilidade dos tutores

As regras têm como objetivo garantir a convivência segura entre animais e população, reduzindo riscos de acidentes e promovendo o bem-estar coletivo, sem intenção de penalizar tutores responsáveis.

moradores pedem ações educativas e fiscalização

Diante das reclamações, moradores defendem que a Prefeitura e os órgãos competentes intensifiquem ações educativas e de fiscalização, para identificar responsáveis e assegurar o cumprimento da legislação.

A comunidade ressalta que a maioria dos tutores age de forma responsável, mas destaca que casos isolados de negligência podem comprometer a segurança de moradores e visitantes de uma das praias mais movimentadas do litoral sul potiguar.